Remédios para emagrecer – quais são eles?

Remédios para emagrecer – quais são eles?

Já ouviram falar sobre remédios para emagrecer? Hoje o assunto é sobre os emagrecedores!

Emagrecer não é um processo simples, fácil, rápido, tampouco milagroso, como a maioria dos remédios para emagrecer e as dietas da moda prometem. Precisamos de paciência, dedicação e de muita disciplina para emagrecer, além da orientação de um profissional. Para perder peso, o recomendado é mudarmos nossos hábitos alimentares e praticarmos atividades físicas frequentemente.

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Existem diversos remédios para emagrecer que levam a fama de ajudar na perda de peso rápida e eficaz. Entretanto, esses remédios não fazem bem ao nosso organismo. Geralmente, esses emagrecedores são inibidores de apetite, bloqueadores de gordura, laxantes ou diuréticos, e todos eles produzem efeitos maléficos para o nosso organismo. Confira:

Inibidores de apetite (como sibutramina e anfepramona): normalmente estes remédios atuam no sistema nervoso central, podendo trazer efeitos colaterais perigosos, como aumento da pressão arterial, taquicardia, insônia, boca seca e intestino preso. Além disso, após parar de tomar o remédio, é frequentemente observado um aumento do apetite, provocando o ganho do peso perdido (ou até mais).
Bloqueadores de gordura: são remédios que bloqueiam a ação das enzimas que digerem gordura. No entanto, nosso corpo necessita de gorduras boas (como o ômega 3, ômega 6 e ômega 9) para o seu funcionamento, até mesmo para o emagrecimento. Além de provocar efeitos colaterais desagradáveis como diarreias e urgência para ir ao banheiro, esses emagrecedores causam diversos malefícios pela falta de gorduras essenciais. Além disso, os bloqueadores de gordura provocam deficiências de vitamina A, vitamina D, vitamina K e vitamina E, as vitaminas solúveis em gordura.
Laxantes: não são efetivos para a perda de gordura e, ainda, provocam irritação da mucosa intestinal, prejudicando toda a saúde intestinal, que por sua vez é essencial para o funcionamento de todo o organismo. Eles ainda mandam embora as bactérias boas do intestino, os chamados probióticos, aumentando a chance de infecções.
Diuréticos (como a furosemida): provocam a perda de peso por eliminar água, mas não a perda de gordura. Portanto, não emagrecem. São utilizados para problemas cardíacos como pressão alta, mas seu uso indiscriminado pode provocar efeitos colaterais gravíssimos. Por exemplo, uma pessoa que já tenha a pressão baixa, pode entrar em choque. Além disso, provoca deficiência de cálcio, potássio e sódio, desidratação e aumenta a chance de desenvolver diabetes tipo 2.
Prefira os emagrecedores naturais!

O que muitos não sabem é que existem emagrecedores naturais à base de substâncias termogênicas e bloqueadores de gordura natural. Os termogênicos aumentam a velocidade de ação do nosso metabolismo, fazendo com que a queima calórica seja maior, auxiliando no processo do emagrecimento. Já os bloqueadores de gordura são feitos com fibras, que são capazes de reter parte da gordura, eliminando-a. Além disso, estas fibras também ajudam a eliminar o colesterol e dão mais saciedade, funcionando também como um inibidor de apetite natural!

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Mas lembre-se, reeducação alimentar, novos hábitos e atividade física são essenciais para que os resultados apareçam. O uso de emagrecedores naturais sem exercícios físicos e sem uma alimentação equilibrada, não trará resultados satisfatórios. Além disso, por mais que sejam naturais, alguns produtos possuem contraindicações. O ideal é procurar um nutricionista para saber qual é o mais indicado para você!

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